Qd se vai no autocarro, sentado ao lado de uma criancinha de 2 anos e da sua mamã, não serei de certeza o único a defender a liberalização do aborto. A "pequenita fofinha", como 2 moças no banco de trás apelidaram a criatura, veio a viagem toda a gritar:
"Mamá, mamá, oia um carro, oia ua casiinha, oia iscas na estada"
"Mamá, mamá, no boio queio í à janeia, à janéia mamá"
"Mamá, mamá, cheiá má!" , após a pita se ter borrado em alto e bom som.
Despois disto, só faltou mesmo a querida "Mamá, mamá!" ter-lhe mudado a fralda em pleno autocarro.
Penso que após este episódio, irei propôr em carta aberta ao parlamento uma taxa mínima de infanticídeo mensal, com incidência em descendentes de pais com QI inferior a 120 e que não tenham € p meter as criancinhas numa ama 24 horas por dia.
Só assim será assegurada a ordem pública e o bem estar colectivo dos parentes sobrecarregados com semelhante fardo e dos demais utentes dos transportes públicos.
24 abril, 2006
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário