Enfim, enquanto o Excelentíssimo Indivíduo Bêbedo (nome fictício, para q ninguém possa afirmar que este blog se alimenta de calúnias) repousava solenemente sobre o meu saco cama e o do Arnold Layne, a um palmo de um grego do tamanho da península ibérica (que nós, indivíduos altruístas nos demos ao trabalho de limpar), estava eu a entrar em casa.
Ciente de que vestir o pijama seria tao fácil como recitar Nietzsche perante uma plateia de trolhas das obras, decidi ficar-me pelo elevador. E foi o que fiz. De manhã, pelas 8 horas, noto que o elevador se começa a mover. Uma simpática senhora de idade abre a porta, ao que eu digo:
"Tá ocupado!" e a porta fechou outra vez.
26 março, 2006
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