Foi a cena mais agreste que já li no IP, portanto decidi partilhar esta preciosidade convosco.
Tu es fou, toi?!
"Meus caros senhores, na passada sexta-feira abri o INIMIGO PÚBLICO, procurando referências ao anúncio da construção do novo aeroporto internacional de Lisboa em Alcochete, e não na Ota, mas não vi nada! Atónico, reli todo o jornal e... nada! Apenas posso concliur que o INIMIGO PÚBLICO está comprometido com a decisão inicial do Governo (a Ota) e, como tal, prefere assobiar para o lado na hora da derrota. UM pouco mais de independência talvez não fosse má ideia, meus senhores", escreve Constantino Chaves, de Portimão.
Solicitei esclarecimentos à DIRECÇÃO do INIMIGO PÚBLICO, mas ambos os publishers estiveram sempre incontactáveis, tendo passado toda a semana a colocar à venda, na Remax, na Century XXI e na Santos & Filhos Imobiliária os terrenos que compraram algures ali para os lados de Santarém e da Moita.
Conclusões do Provedor:
"Um pouco mais de independência talvez não fosse má ideia", aconselha o leitor. Permita-me que discorde. O que talvez não fosse má ideia era snifar coca do rego de um top-model brasileira, filha de pai alemão e mãe italiana. Mas cada um sabe de si... Quanto ao assunto em questão, nunca o INIMIGO PÚBLICO esteve, comprometido com a "solução Ota". Na realidade, o INIMIGO PÚBLICO sempre se bateu pela solução "Portela + Amadora", para valorizar o edifício onde fica a nossa redacção, ao lado do LIDL da Amadora, vendermos a espelunca à ANA e desinfestarmos daquei para Montemor-o-Novo, como o José Eduardo Moniz e a Manuela Moura Guedes. "Sim, mas isso não explica porque razão desprezaram a notícia mais importante da semana", está a pensar o leitor (foi o Rui Araújo, que é amigo do Sousa Tavares, quem me aconselhou a começar a colocar um pouco de ficção nas minhas considerações)... Acontece que fomos todos apanhadas com as calças na mão, na quinta-feira à tarde. Alguns de nós literalmente, no Parque Eudardo VII, outros de nós metaforicamente, mas também no Parque Eduardo VII, por alguma razão. Acontece que o ministro Mário Lino, que é o nosso informador dentro do Governo (ele vai ser "remodelado" em breve, por isso podemos denunciá-lo), ficou tão "emmerdeur" que se esqueceu de nos ligar. Mas assim que o Jorge Coelho ocupe o seu lugar, as manchetes actuais e fresquinhas voltam ao INIMIGO PÚBLICO.
É, pois, conclusão do Provedor que o Mário Lino "est bien foutre" e que o leitor Constantino Chaves "est, comme Marcel Proust, un gros sodomite". VE
21 janeiro, 2008
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário