29 novembro, 2007
INDIELISBOA 2007
"INDIELISBOA 2007
Uma selecção de filmes
3 a 7 DEZEMBRO | Segunda a Sexta | 18h | Reitoria – Sala de Conferências
Começa já no próximo dia 3 de Dezembro, segunda-feira, na Reitoria da Universidade de Lisboa, a segunda mostra de longas e curtas-metragens integradas na selecção do INDIELISBOA 2007. Diariamente, às 18h, oportunidade para ver, e rever, até 7 de Dezembro, uma selecção de alguns dos melhores filmes apresentados na última edição do INDIELISBOA, com especial destaque para a exibição, no dia 4 de Dezembro, da longa metragem “Balaou”, do realizador Gonçalo Tocha, licenciado e pós graduado pela Faculdade de Letras da UL, distinguida com o Prémio de Melhor Filme Português de Longa Metragem, um dos principais galardões do Festival.
Uma parceria entre a Reitoria da UL e o INDIELISBOA que continuará na 5ª edição do festival, a decorrer entre 24 de Abril e 4 de Maio do próximo ano.
Entrada Livre
Programa
3 Dez. – Segunda-feira, 18h
I am a sex addict, de Caveh Zahedi, EUA, 2005, 98’
Caveh, o realizador e actor principal deste filme, reinventa-se e transforma-se num obsessivo e interessante problema: é viciado em sexo com prostitutas. O filme é constituído por narrações em que ele nos conta as histórias das suas tentativas frustradas de pôr fim a esse vício, e das relações que se destruíram por causa dele. A juntar à narrativa há entrevistas do arquivo pessoal do realizador. Entretanto talvez ele consiga encontrar a recuperação no chamado programa dos “12 passos” e com ela, a felicidade desejada... Com imagens de animação de Bob Sabiston (“Waking Life”), e uma rara participação dramática da lendária vedeta de filmes pornográficos Rebecca Lord, "I am a sex addict" é mais uma incursão de Zahedi na comédia, no seu melhor tom confessional.
4 Dez. – Terça-feira, 18h
Balaou, de Gonçalo Tocha, Portugal, 2007, 77’
“Faz agora sete meses que a Blé, minha mãe, morreu. Estou em frente do mar de São Miguel - Açores, a terra da família distante. Encontro a tia-avó Maria do Rosário, 91 anos, à procura do seu momento para partir. Fala-me de Deus. À sua volta, os bebés nascem. Todos passam pelo mar da ilha, negro, vulcânico. É aqui que encontro a Florence e o Beru, um casal francês que todos os anos cruza o Atlântico no Balaou, um barco à vela. Convidam-me a continuar a viagem com eles. Mando fora o bilhete de avião e faço-me ao mar alto. Dividido em três momentos e oito lições, “balaou” é uma viagem para aceitar o esquecimento das coisas.”
5 Dez. – Quarta-feira, 18h
Analog Days, de Mike Ott, EUA, 2006, 80’
A primeira longa metragem de Mike Ott é um provocador estudo dos comportamentos de um grupo de amigos que enfrenta a difícil transição da juventude para a vida adulta. Habitantes numa pequena localidade da Califórnia, têm os mesmos problemas que qualquer jovem em qualquer parte do Mundo. Dividindo o seu tempo entre a escola e part-times sem futuro, tentam ajustar-se à “vida real”, lutando para compreender os políticos, as suas carreiras e a sua vida amorosa. Um filme que, com muita sensibilidade, capta aqueles momentos da vida em que a única coisa mais incerta que o dia de hoje, é o dia de amanhã.
6 Dez. – Quinta-feira, 18h
Patterns 3, de Jamie Travis, fic., Canadá, 2006, 18'
A Ilha da boa vida, de Mercês Gomes, doc., Portugal/Índia, 2006, 24’
Zepp, de Moritz Laube, fic., Alemanha, 2006, 45’
"Patterns 3" faz parte de uma trilogia e encerra-a. Através da música Pauline e Michael revelam a natureza da sua enigmática relação e dos gestos, por vezes absurdos, com que comunicam. "A Ilha da boa vida", passado em Mumbai, antiga Bombaim, mostra-nos um complexo mosaico da existência humana. 24 horas do seu quotidiano, através de uma sucessão de imagens, sons e música intensos. Em "Zepp" conhecemos um homem, o agricultor Zepp, que planeou uma grande viagem com a mulher até à Islândia. Quando ela morre, poucos dias antes da partida, ele não hesita e contacta uma agência que promove encontros, com o objectivo de encontrar alguém que faça a viagem com ele. Contudo, as coisas não vão correr exactamente como ele imaginava…
7 Dez. – Sexta-feira, 18h
Life in Loops: a Megacities Remixe, de Timo Novotny, Áustria, 2006, 79’
“Um documentário musical experimental”. É assim que Timo Novotny descreve "Life In Loops". Partindo de “Megacities”, de Michael Glawogger, e recorrendo aos brutos que este realizador não utilizou no filme, Novotny editou tudo e juntou-lhe ainda novas imagens de Tóquio. Se isto por si só não bastasse, acrescente-se ainda a música dos Sofa Surfers que completa esta estrondosa viagem à volta do mundo. O arrojado filme é um regalo não só para os olhos, mas também para os ouvidos. A edição de Novotny acentua a simbiose entre imagem e música, à medida que o movimento se transforma em ritmos precisos. Novotny consegue transformar o sangrento trabalho do talhante numa espécie de coreografia de música clássica. "Life in Loops" é, ao mesmo tempo, fascinante e uma exigente experiência sensorial.
Organização e informações: INDIELISBOA em parceria com a REITORIA – Divisão de Actividades Culturais e Imagem da DSRE
Tel.: +351 210 113 406 | +351 210 113 485 | daci@reitoria.ul.pt | www.ul.pt
www.indielisboa.com"
Parece-me muito prometedor, e ainda por cima com entrada gratuita!
Uma selecção de filmes
3 a 7 DEZEMBRO | Segunda a Sexta | 18h | Reitoria – Sala de Conferências
Começa já no próximo dia 3 de Dezembro, segunda-feira, na Reitoria da Universidade de Lisboa, a segunda mostra de longas e curtas-metragens integradas na selecção do INDIELISBOA 2007. Diariamente, às 18h, oportunidade para ver, e rever, até 7 de Dezembro, uma selecção de alguns dos melhores filmes apresentados na última edição do INDIELISBOA, com especial destaque para a exibição, no dia 4 de Dezembro, da longa metragem “Balaou”, do realizador Gonçalo Tocha, licenciado e pós graduado pela Faculdade de Letras da UL, distinguida com o Prémio de Melhor Filme Português de Longa Metragem, um dos principais galardões do Festival.
Uma parceria entre a Reitoria da UL e o INDIELISBOA que continuará na 5ª edição do festival, a decorrer entre 24 de Abril e 4 de Maio do próximo ano.
Entrada Livre
Programa
3 Dez. – Segunda-feira, 18h
I am a sex addict, de Caveh Zahedi, EUA, 2005, 98’
Caveh, o realizador e actor principal deste filme, reinventa-se e transforma-se num obsessivo e interessante problema: é viciado em sexo com prostitutas. O filme é constituído por narrações em que ele nos conta as histórias das suas tentativas frustradas de pôr fim a esse vício, e das relações que se destruíram por causa dele. A juntar à narrativa há entrevistas do arquivo pessoal do realizador. Entretanto talvez ele consiga encontrar a recuperação no chamado programa dos “12 passos” e com ela, a felicidade desejada... Com imagens de animação de Bob Sabiston (“Waking Life”), e uma rara participação dramática da lendária vedeta de filmes pornográficos Rebecca Lord, "I am a sex addict" é mais uma incursão de Zahedi na comédia, no seu melhor tom confessional.
4 Dez. – Terça-feira, 18h
Balaou, de Gonçalo Tocha, Portugal, 2007, 77’
“Faz agora sete meses que a Blé, minha mãe, morreu. Estou em frente do mar de São Miguel - Açores, a terra da família distante. Encontro a tia-avó Maria do Rosário, 91 anos, à procura do seu momento para partir. Fala-me de Deus. À sua volta, os bebés nascem. Todos passam pelo mar da ilha, negro, vulcânico. É aqui que encontro a Florence e o Beru, um casal francês que todos os anos cruza o Atlântico no Balaou, um barco à vela. Convidam-me a continuar a viagem com eles. Mando fora o bilhete de avião e faço-me ao mar alto. Dividido em três momentos e oito lições, “balaou” é uma viagem para aceitar o esquecimento das coisas.”
5 Dez. – Quarta-feira, 18h
Analog Days, de Mike Ott, EUA, 2006, 80’
A primeira longa metragem de Mike Ott é um provocador estudo dos comportamentos de um grupo de amigos que enfrenta a difícil transição da juventude para a vida adulta. Habitantes numa pequena localidade da Califórnia, têm os mesmos problemas que qualquer jovem em qualquer parte do Mundo. Dividindo o seu tempo entre a escola e part-times sem futuro, tentam ajustar-se à “vida real”, lutando para compreender os políticos, as suas carreiras e a sua vida amorosa. Um filme que, com muita sensibilidade, capta aqueles momentos da vida em que a única coisa mais incerta que o dia de hoje, é o dia de amanhã.
6 Dez. – Quinta-feira, 18h
Patterns 3, de Jamie Travis, fic., Canadá, 2006, 18'
A Ilha da boa vida, de Mercês Gomes, doc., Portugal/Índia, 2006, 24’
Zepp, de Moritz Laube, fic., Alemanha, 2006, 45’
"Patterns 3" faz parte de uma trilogia e encerra-a. Através da música Pauline e Michael revelam a natureza da sua enigmática relação e dos gestos, por vezes absurdos, com que comunicam. "A Ilha da boa vida", passado em Mumbai, antiga Bombaim, mostra-nos um complexo mosaico da existência humana. 24 horas do seu quotidiano, através de uma sucessão de imagens, sons e música intensos. Em "Zepp" conhecemos um homem, o agricultor Zepp, que planeou uma grande viagem com a mulher até à Islândia. Quando ela morre, poucos dias antes da partida, ele não hesita e contacta uma agência que promove encontros, com o objectivo de encontrar alguém que faça a viagem com ele. Contudo, as coisas não vão correr exactamente como ele imaginava…
7 Dez. – Sexta-feira, 18h
Life in Loops: a Megacities Remixe, de Timo Novotny, Áustria, 2006, 79’
“Um documentário musical experimental”. É assim que Timo Novotny descreve "Life In Loops". Partindo de “Megacities”, de Michael Glawogger, e recorrendo aos brutos que este realizador não utilizou no filme, Novotny editou tudo e juntou-lhe ainda novas imagens de Tóquio. Se isto por si só não bastasse, acrescente-se ainda a música dos Sofa Surfers que completa esta estrondosa viagem à volta do mundo. O arrojado filme é um regalo não só para os olhos, mas também para os ouvidos. A edição de Novotny acentua a simbiose entre imagem e música, à medida que o movimento se transforma em ritmos precisos. Novotny consegue transformar o sangrento trabalho do talhante numa espécie de coreografia de música clássica. "Life in Loops" é, ao mesmo tempo, fascinante e uma exigente experiência sensorial.
Organização e informações: INDIELISBOA em parceria com a REITORIA – Divisão de Actividades Culturais e Imagem da DSRE
Tel.: +351 210 113 406 | +351 210 113 485 | daci@reitoria.ul.pt | www.ul.pt
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Parece-me muito prometedor, e ainda por cima com entrada gratuita!
Portuguesisses
Como é que se diz português em português? Português!!
Mais uma frase do eterno flip.
Das melhores conclusões que já ouvi.
Mais uma frase do eterno flip.
Das melhores conclusões que já ouvi.
27 novembro, 2007
Ando possesso com isto!
O projecto chama-se Beirut, existe desde 2006, com 3 EPs e 2 Albuns editados (Gulag Orestar de 2006 e The Flying Club Cup de Outubro de 2007) e o vocalista (Zach Condon) tem apenas 21 anos. A sonoridade do 2º album é inspirada pelo chanson francês -pop songs shrouded in big, glorious, over-the-top arrangements and all this drama e cumpre plenamente as expectativas da descrição. A banda sonora perfeita para apreciar o elixir do Artemisia absinthium e praticar o deboche.
23 novembro, 2007
E a notícia do dia é...
Tony Henry, cantor de ópera britânico, actuou perante os 80 mil espectadores do novo Estádio de Wembley e no fim do hino croata cometeu um erro que, para quem não conhece a língua, até pode ser perdoado. O cantor devia ter dito «Mila kuda su plania», que quer dizer «sabes querida como gostamos das tuas montanhas». Em vez disso, Henry entoou «Mila kura si planina», que significa «minha querida, o meu pénis é uma montanha».
Não sei se é muita pontaria ou muita falta de sorte...
Não sei se é muita pontaria ou muita falta de sorte...
18 novembro, 2007
16 novembro, 2007
coisas da vida
Ontem assaltou-me um grande medo. Com tanta apreensão de droga por parte da PJ, não vai haver droga suficiente para a passagem de ano ou o gerês
Seahorse
Devendra Banhart lançou um novo álbum - Smokey Rolls Down Thunder Canyon. Tem colaboração de Nick Valensi (The Strokes), Rodrigo Amarante (Los Hermanos) e Gael García Bernal (interpretou Ernesto Guevara de la Serna na adaptação da biografia Motocycle Diaries). Está pelo menos ao nível do material anterior e tem uma faixa brilhante - Seahorse. A partir dos 5min23s é uma brutalidade! Verdadiera Rockalhada Épica. Faz-me lembrar Doors ou a Layla do Eric Clapton.
14 novembro, 2007
13 novembro, 2007
Se calhar sou eu que sou parvo...
Não sei porquê, ultimamente os portugueses fazem de tudo para entrar no livro do Guinness.
E como não conseguem nada de jeito (desporto ou algum fenómeno natural ou qualquer coisa naturalmente fenomenal) inventam as coisas mais parvas que se lembram, só para terem o nomezinho na página 432 do famigerado livro. Se um habitante local fosse parvo a esse ponto, ainda vá, uma população duma aldeia, também não seria grave de todo, agora quando metem dinheiros públicos à mistura, bom, isso já é outra história. É a chamada parvoíce generalizada.
Lembro-me de diversas vezes pensar "que parvoíce!" cada vez que lia/ via esses acontecimentos nos órgãos de comunicação social. O primeiro que me lembro é a mega-feijoada na ponte, mas há muitos mais a partir dai. Basta uma pequena pesquisa (que eu não estive para fazer) por esse google fora, e dá logo ideia que alguém está a querer fazer de Portugal uma aberração megalómana digna de circo.
E por falar na comunicação social, é impressionante (e muito parva) a atenção dada e a qualidade do jornalismo cada vez que acontece um evento destes, tal como é muito parvo o facto dos portugueses acorrerem em massa a estas coisas...
O motivo da minha súbita revolta: é de mim, ou ISTO é realmente muito parvo??
E como não conseguem nada de jeito (desporto ou algum fenómeno natural ou qualquer coisa naturalmente fenomenal) inventam as coisas mais parvas que se lembram, só para terem o nomezinho na página 432 do famigerado livro. Se um habitante local fosse parvo a esse ponto, ainda vá, uma população duma aldeia, também não seria grave de todo, agora quando metem dinheiros públicos à mistura, bom, isso já é outra história. É a chamada parvoíce generalizada.
Lembro-me de diversas vezes pensar "que parvoíce!" cada vez que lia/ via esses acontecimentos nos órgãos de comunicação social. O primeiro que me lembro é a mega-feijoada na ponte, mas há muitos mais a partir dai. Basta uma pequena pesquisa (que eu não estive para fazer) por esse google fora, e dá logo ideia que alguém está a querer fazer de Portugal uma aberração megalómana digna de circo.
E por falar na comunicação social, é impressionante (e muito parva) a atenção dada e a qualidade do jornalismo cada vez que acontece um evento destes, tal como é muito parvo o facto dos portugueses acorrerem em massa a estas coisas...
O motivo da minha súbita revolta: é de mim, ou ISTO é realmente muito parvo??
11 novembro, 2007
Bocage para os nossos leitores
Escrevia assim o Manuel Maria no final do séc. XVIII:
A ÁGUA
Meus senhores eu sou a água
Que lava a cara, que lava os olhos
Que lava a rata e os entrefolhos
Que lava a nabiça e os agriões
Que lava a piça e os colhões
Que lava as damas e o que está vago
Pois lava as mamas e por onde cago.
Meus senhores aqui está a água
Que rega a salsa e o rabanete
Que lava a língua a quem faz minete
Que lava o chibo mesmo da rasca
Tira o cheiro a bacalhau da lasca
Que bebe o homem que bebe o cão
Que lava a cona e o berbigão
Meus senhores aqui está a água
Que lava os olhos e os grelinhos
Que lava a cona e os paninhos
Que lava o sangue das grandes lutas
Que lava sérias e lava putas
Apaga o lume e o borralho
E que lava as guelras ao caralho
Meus senhores aqui está a água
Que rega as rosas e os manjericos
Que lava o bidé, lava penicos
Tira mau cheiro das algibeiras
Dá de beber às fressureiras
Lava a tromba a qualquer fantoche e
Lava a boca depois de um broche.
Quero agradecer ao Coolbeer que iluminou o meu dia, presenteando-me com estes versos fantásticos!
A ÁGUA
Meus senhores eu sou a água
Que lava a cara, que lava os olhos
Que lava a rata e os entrefolhos
Que lava a nabiça e os agriões
Que lava a piça e os colhões
Que lava as damas e o que está vago
Pois lava as mamas e por onde cago.
Meus senhores aqui está a água
Que rega a salsa e o rabanete
Que lava a língua a quem faz minete
Que lava o chibo mesmo da rasca
Tira o cheiro a bacalhau da lasca
Que bebe o homem que bebe o cão
Que lava a cona e o berbigão
Meus senhores aqui está a água
Que lava os olhos e os grelinhos
Que lava a cona e os paninhos
Que lava o sangue das grandes lutas
Que lava sérias e lava putas
Apaga o lume e o borralho
E que lava as guelras ao caralho
Meus senhores aqui está a água
Que rega as rosas e os manjericos
Que lava o bidé, lava penicos
Tira mau cheiro das algibeiras
Dá de beber às fressureiras
Lava a tromba a qualquer fantoche e
Lava a boca depois de um broche.
Quero agradecer ao Coolbeer que iluminou o meu dia, presenteando-me com estes versos fantásticos!
Governo monarquico fantoche
Algo interessante que apenas chegou a minha atencao muito recentemente.
Primeiro, uma pergunta: Sem contar com o Tarzan, quem e' o 'Rei Da Selva'?
A resposta, facil e popular sera com certeza: o leao.
A pergunta que so recentemente encarei no entanto e', porque raio de merda e' o leao o rei da selva se o filho da puta nem mora na porra da selva? O bicho mora na savana la para africa no crlh mais velho, mas hey, e' o 'rei da selva'. Fiquei revoltado. O leao reina na selva sobre um regime monarquico de pseudo totalitarismo. E' uma imagem ausente de poder fantoche. Um dia, os outros animais de pequeno porte juntar-se-ao, e tal como Orwell pos no livro, irao descobrir a natureza ausente do seu lider. Um dia, Africa ira ceder ao comunismo.
08 novembro, 2007
ena...
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05 novembro, 2007
Inevitável saudosismo...
Depois de quase autodestruir a minha sanidade mental a procurar lembrar-me de duas séries da minha infância, uma em que o heroi se transformava em animais diferentes e outra em que havia uma pintinha azul que se transformava em carros e cenas assim, uma pequena pesquisa por "The Top 25 Worst TV Shows Ever"(vejam o desespero em que este menino já ia...) lá me levou ao Manimal!
Todo contente, lá escrevi Manimal na wikipedia para ir buscar mais informações! E não é que a meio lá leio que há um episódio de Manimal que partilha a filmagem com outra série, Automan!
"Tú queres ver..." pensei logo. YouTube e pumba!
E querem que vos diga porque me recordava tão bem desta última? (Acho que da primeira não tenho de me justificar...) Porque foi a primeira série que me ensinou alguma coisa de inércia! Numa das cenas que está no genérico o carro mágico faz uma curva de 90º. Ora, no episódio podemos ouvir o gajo que vai a pendura (o que não é um ponto azul) gritar ansiosamente: "Vamos depressa demais para fazer uma curva de 90º!". Nunca mais me esqueci.
Haverá mais alguém por aqui que se lembre destas séries? Isto foi da minha 3ª/4ª classe, julgo eu.
P.S.: Ando a ficar maluco com a merda das referências cinematográficas... não posso ver uma cara conhecida ou ouvir uma música que tenho logo de saber de onde é! Dou em doido enquanto não sei... Alguém sabe de que filme é a música do actual anúncio da Trident?
Todo contente, lá escrevi Manimal na wikipedia para ir buscar mais informações! E não é que a meio lá leio que há um episódio de Manimal que partilha a filmagem com outra série, Automan!
"Tú queres ver..." pensei logo. YouTube e pumba!
E querem que vos diga porque me recordava tão bem desta última? (Acho que da primeira não tenho de me justificar...) Porque foi a primeira série que me ensinou alguma coisa de inércia! Numa das cenas que está no genérico o carro mágico faz uma curva de 90º. Ora, no episódio podemos ouvir o gajo que vai a pendura (o que não é um ponto azul) gritar ansiosamente: "Vamos depressa demais para fazer uma curva de 90º!". Nunca mais me esqueci.
Haverá mais alguém por aqui que se lembre destas séries? Isto foi da minha 3ª/4ª classe, julgo eu.
P.S.: Ando a ficar maluco com a merda das referências cinematográficas... não posso ver uma cara conhecida ou ouvir uma música que tenho logo de saber de onde é! Dou em doido enquanto não sei... Alguém sabe de que filme é a música do actual anúncio da Trident?
04 novembro, 2007
don't be that guy
"A única vantagem de teres mau hálito é que me abres os poros" - disse-lhe eu com amor, num sábado à noite.
Um gajo sabe que está apaixonado quando consegue cagar em casa dela, de porta aberta.
Trabalho como tenho relações. A recibos verdes.
As miúdas nunca dizem que não a um gajo com clorofórmio.
. diz:
foda-se
If you got the money honey, We got your disease diz:
what?
. diz:
agora ia-me assoando ao lenço onde me esporrei
isto e muito mais via http://sobpressaonaoconsigo.blogspot.com/
Um gajo sabe que está apaixonado quando consegue cagar em casa dela, de porta aberta.
Trabalho como tenho relações. A recibos verdes.
As miúdas nunca dizem que não a um gajo com clorofórmio.
. diz:
foda-se
If you got the money honey, We got your disease diz:
what?
. diz:
agora ia-me assoando ao lenço onde me esporrei
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01 novembro, 2007
Smashing Pumpkins @ Rock am Ring - Silverfuck
Não sei se eu ou alguém já tinha metido aqui uma posta sobre o assunto, mas tive a rever isto ontem e apeteceu-me meter páqui. Como diz o título, são os Smashing Pumpkins a tocar a Silverfuck / The End (dos Doors) no maior festival da Alemanha em 2007. 10 minutos de orgasmo musical.
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