14 julho, 2006

Metamorfose da Recíprocidade Intrínseca

(Os Quadrados Animalescos da Sociedade Abstracta)

Um prolongamento escrito da obra gráfica.

O traço redondo de linhas sobrelotadas cambaleantes no seu recto trajecto, passa o deserto na espontaneidade do caminho em alvos de clarividencia agressiva ao sentido único do seu paradoxo.

Um pensamento que trouxe o incorrectamente desejado numa cesta de alfinetes, e o sabor desagradável tornou-se assim no circulo gélido, transformando então a sua corrente num caos.

Um erro necessário dirão alguns, mas isso pode ser causado pela interpretação errónea que o texto dá à pintura. Assim, toda a subjectividade presente nessa (suposta) virtude, não passa então de um ornamento de escala celeste.

A partir deste ponto, a visão será eliminada para dar lugar à percepção. Essa percepção tem o seu hipocentro no mito individual, e a sua caminhada, bem longe do início, fica-se a meio, no traço...

-> Vários tipos de percepção para um único conceito <-



(fim de apresentação)







PS: "Julgamento definitivo: (...) dizia o juíz aos 3 homenegeados 'ainda não lhes contei a última do Reboredo' quando o mundo explodiu." -> Mário Henrique Leiria

3 comentários:

Anónimo disse...

Havia muito fumo na sala?

Anónimo disse...

I really enjoyed looking at your site, I found it very helpful indeed, keep up the good work.
»

Anónimo disse...

Interesting website with a lot of resources and detailed explanations.
»